Daniel Vilela amplia vantagem e abre 10 pontos sobre Marconi Perillo em Goiás, aponta pesquisa

O pré-candidato ao Governo de Goiás, Daniel Vilela (MDB), ampliou sua vantagem na disputa eleitoral e aparece com 10 pontos à frente do ex-governador Marconi Perillo (PSDB), segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (18).


No cenário estimulado quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados Daniel Vilela lidera com 34% das intenções de voto, registrando crescimento de 4 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, realizado em dezembro. Já Marconi Perillo aparece com 24%, oscilando negativamente 2 pontos no mesmo período.


Na terceira colocação, com 12% cada, estão a deputada federal Adriana Accorsi (PT), que manteve o índice, e o senador Wilder Morais (PL), que apresentou leve recuo de 2 pontos percentuais. O candidato Telêmaco Brandão (Novo) aparece com 1% das intenções de voto.


Os votos brancos e nulos somam 10%, enquanto 7% dos entrevistados afirmaram não saber ou preferiram não responder.


Cenários alternativos

O levantamento também testou outros cenários para a disputa ao Palácio das Esmeraldas.

Em uma das simulações, com o nome de Luis César Bueno (PT) no lugar de Adriana Accorsi, o petista aparece com 4% das intenções de voto. Nesse cenário, Daniel Vilela amplia sua liderança para 36%, enquanto Marconi Perillo soma 26%. Wilder Morais registra 13%, e Telêmaco Brandão mantém 1%.

Em outro cenário, com a inclusão de José Eliton (sem partido) e Valério Luiz Filho (PT), Daniel Vilela segue na liderança com 36%, seguido por Marconi Perillo (26%) e Wilder Morais (13%). José Eliton aparece com 5%, enquanto Valério Luiz Filho registra 1%.


Análise

Os números indicam um movimento de consolidação da pré-candidatura de Daniel Vilela, que amplia sua vantagem em relação ao principal adversário. Ao mesmo tempo, o cenário mostra estabilidade entre os demais concorrentes, com baixa variação nas intenções de voto.

A presença de diferentes nomes nas simulações evidencia que, apesar da liderança consolidada, o quadro eleitoral ainda pode sofrer alterações conforme as definições partidárias e o avanço do calendário eleitoral.




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