Família ainda vivem em condições precárias em Alto Horizonte e cobrança por moradia ganha força nas redes
Vídeo divulgado nas redes sociais voltaram a expor a realidade de famílias que vivem em condições precárias em Alto Horizonte, reacendendo o debate sobre políticas habitacionais no município.
Nas imagens, o atual prefeito enquanto era oposição denuncia a situação de uma residência improvisada onde vivem um casal de idosos, na faixa dos 70 anos, além de familiares, incluindo netos e bisnetos. Segundo o relato, a estrutura é extremamente vulnerável, com cobertura improvisada por lona para evitar a entrada de água durante o período chuvoso.
“Uma cidade que arrecada quase oito milhões por mês e ainda tem gente morando nessas condições. Isso não precisava acontecer”, afirma o atual prefeito Diogo.
O prefeito também relata que a lona utilizada na cobertura chegou a ser levada pelo vento recentemente, agravando ainda mais a situação da família. Ele ainda faz um apelo às autoridades municipais para que priorizem famílias em situação de vulnerabilidade em programas habitacionais.
“Espero que as casas sejam destinadas para quem realmente precisa, principalmente o pessoal de baixa renda”, destacou.
Agora o antigo vídeo do ex-opositor voltou à tona, porém como atual prefeito. Na época, ele criticava a existência de moradias precárias em uma área conhecida como “Carandiru”, no centro da cidade, e cobrava soluções habitacionais para as famílias.
Passados cerca de 15 meses de gestão, em um outro vídeo, um morador afirma que a realidade pouco mudou, e que a família continua vivendo em condições semelhantes às denunciadas anteriormente.
A situação tem gerado questionamentos nas redes sociais, especialmente diante de informações sobre investimentos em eventos no município.
Segundo críticas de moradores, enquanto ainda há déficit habitacional, recursos significativos estariam sendo destinados a eventos, incluindo a contratação de shows de alto custo.
O caso evidencia a cobrança da população por políticas públicas voltadas à habitação e assistência social, além de reforçar o debate sobre prioridades na aplicação dos recursos públicos.
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